sábado, 8 de fevereiro de 2014

Carta de amor

Ao amor de minha vida





Coração Solitário- Brasil
08 de Fevereiro de 2014
Olá!


Amor, quando virás ao meu encontro?
Talvez seja numa esquina, numa rua movimentada, num ponto de ônibus. Distraída numa calçada.
Amor de minha vida vazia, um dia virás a  minha vida completar? Preencher meus dias, compartilhar fantasias.Amar, viver, amar.
Seremos a certeza da fantasia que a cada dia se concretiza, viveremos a poesia dos corpos entregues a amar.
Amor da minha vida, abandone esta vida de conquistas. Para que fazer sofrer tantos corações,se podes viver um amor de verdade?
 Pois amar é mergulhar num abismo de olhos vendados e pelo coração deixar-se guiar.
Que ele faça-te encontrar meu coração que jaz adormecido na solidão, esperando ver seu rosto, sentir o toque de suas mãos. Viver a liberdade de amar verdadeiramente, aos poucos, devagarinho...construindo nosso ninho. Seguindo, naturalmente, o curso da vida contentes.
Saibas que o amor nada exige, somente espera e corrige tudo que  possa ser consertado. Porque amar é acreditar. Eu acredito que podemos tentar, podemos de olhos fechados mergulhar em cada abismo que a vida nos apresentar.
Estarei aqui no dia em que chegar. Ansiosa e feliz, cheia de vontade de receber o primeiro beijo, abraçar-te com todo meu carinho e nunca mais deixar-te ir, pois teu lugar é aqui: para sempre dentro e junto a mim.


Amor da tua vida


<Império dos Sonhos>

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Sem título












Construa
Atravesse pontes
Até onde podes ver o horizonte?
Escale muros e montes
Siga um rumo
Norte
Sul
Tente!
Tentativas levam a algum lugar
Ame!
Se deixe amar
A vida oferece de tudo
Sorrisos, lamentos, dor
Seja filho da bondade
Pratique honestidade
Interprete
Julgue
Leia o mundo
Ultrapasse abismos
Agarre as boas oportunidades!
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Aprenda
Eternize ensinamentos
A vida não passa de um momento
Seja você!
Faça você!
Viva você!
Deixe a vida acontecer


<Império dos Sonhos>

Bom dia povo amado!
Preciso de vocês para dar um título a este poema...até mais tarde!